quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

18 anos, apenas.



“Incertezas, idade, vida, conhecimento, crescimento, futuro...”
Tudo isso passava na cabeça de uma garota, de cabelos loiros amarrados em um perfeito coque, seus olhos azuis por trás de um óculos, não qualquer óculos, mas um com armação que poderia botar inveja a qualquer cientista. Tais palavras passavam em sua cabeça em uma data que parecia especial, não uma data qualquer, mas que pra ela era uma data qualquer como todas as 364 do ano.
Pegou em uma gaveta um pequeno caderno, que quando abriu tinha escrito várias idéias, palavras de carinho para si própria e para seus amigos mais próximos, experiências vividas pelos tempos mais felizes com amigos que nunca vai se esquecer, e logo quando olhou rapidamente tudo isso, fechou-o.
Olhou para o teto de seu quarto, para nós não veríamos nada além de um ventilador e um teto pintado de branco, mas ela via tudo que poderia fazer naquela data e adiante. Tudo se formava no teto como se fosse um filme mudo, um filme que só teria fim com sua morte, e por isso pensava em curtir ao máximo possível.
Tentou não pensar muito, estava começando a ficar confusa com ela mesma, estava lidando com uma menina que por algum próprio motivo não conseguia se auto lidar com seus sentimentos quando queria, era involuntário.
Quando percebeu estava passando a mão no rosto, secando lágrimas que a fazia lembrar do passado, da vida que teve, de sua infância, dos desenhos que assistiu, dos filmes que marcaram sua vida, das músicas que escutou... Parou por um momento, mexeu no mouse e abriu a área de trabalho do seu computador e logo foi clicando no windows media player e em uma ordem aleatória e a primeira música da playlist foi da banda Nirvana, sua banda predileta que, possa assim dizer, foi responsável por construir parte de seu caráter.
Foi curtindo a musica, se deixando levar naquela melodia calma e linda... passado um tempo o computador deu sinal de vida e como descanso de tela todas suas fotos solo e com seus amigos e família passaram em frente a ela, foi reparando como cresceu e como mudou de criança a uma mulher, foi reparando como seus amigos do passado e os presentes mudaram e riu, porque era engraçado como as pessoas podiam mudar daquele jeito e de uma forma tão rápida. Suas fotos sozinhas passavam e ela só ia reparando como ela realmente tinha mudado de um jeito inexplicável.
Ao som daquela música e com aquelas fotos passando ela só conseguiu fazer uma coisa, sorrir. Percebeu que tudo aquilo poderia mudar e tudo dependia dela, e o que passou ficaria em seu coração para o resto de sua vida, mesmo tendo 18 anos, e nada poderia mudar.
                                                Autoria: Gabriel Lopes.
Parabéns Ceci *--*


sexta-feira, 19 de novembro de 2010

"Crítica" ao filme Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte .

Bom galera, hoje eu fui no cinema assistir ao filme Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 1. Peguei a primeira sessão do cinema que ocorreu às 14:00... Claro que não começou nesse horário porque eu acho que o povo do cinema estavam de brinks com a nossa cara.
Enfim, vocês devem estar se perguntando o porque de "Crítica" e eu sei também que não sou um crítico muuuuuito bom, mas não é proibido expressar uma opinião que seja construtiva e que venha de pessoas QUE SAIBAM O QUE ESTÃO FALANDO.E essa tal crítica é super suspeita... HAHA'
Então, let's go
O filme começou com o tipico logo da Warner Brothers, como custuma ser em todos os filmes de HP. E esse logo é o que nos prepara para as surpresas e talvez decepções que possamos ter no filme, sempre acompanhado de uma trilha sonora excelente.
O filme em si, é muuuito bom e muito fiel ao livro. Quem não leu o livro sai com algumas dúvidas sim do cinema, mas consegue entender a história em si de boa e toda essa história é fantástica, onde até "O Conto dos Três Irmãos" que explica a história de como as Relíquias da Morte surgiram, foi uma forma bastante criativa de ser abordada e isso em forma de "desenho". É muito dificil explicar como é essa projeção, mas é muito legal.
Também gostei muito das cenas de ação do filme, que nesse está recheado de cenas. O que é a cena dos 7 potters? E a cena da Mansão dos Malfoy? Eu sabia que a Helena Bonhan Carter era uma excelente atriz, mas OMG ela (arrazava) arrazou na interpretação. Toda a tortura da Hermione e os gritos dela me deixaram angustiado, foi muito tenso. Eu gostei bastante também dos duelos, que nesse filme conseguiram fazer como se fosse duelos de espada, ficaram muito bons.
Infelizmente o filme não é de todo agrado, não gostei de algumas cenas que ficaram muito calmas e outras que eu achei que precisavam de mais ação e não tiveram, mas claro que não vou cita-las porque eu não quero. HEHE'
As atuações do trio (Emma,Rupert e Daniel) melhoraram demais (vish e como melhoraram) e a maioria dos atores ali deu a perceber que deram o máximo de si pro final ficar realmente épico.
Só no final da primeira parte realmente, que o Voldemort viola o tumúlo do Dumbledore e pega a varinha das varinhas que dá aquela sensação de vazio, de que eu ficaria de boa 5 horas ali sentado assistindo as duas partes e não precisaria esperar tanto para a segunda parte estreiar nos cinemas. Pô cara é muito tempo! D:


Por completo, o filme está perfeito e recomendo muito que todos vão assisti-lo nos cinemas. Putz, vocês não sabem o que estão perdendo! \o/ 

Comentem, 1bj-fui


terça-feira, 12 de outubro de 2010

Ééééééh! \o/
Hoje é dia das crianças (12/10/2010), quem me dera se fosse criança ainda, ia gostar muito.
Mas enfim, esse post é mais ou menos para nós (adolescentes/pré/fafadenhos/e outros(a)) refletirmos se tudo que nós fizemos na infância valeu a pena. Quantos não se lembram das brincadeiras, dos tombos (que foram épicos, pelo menos da minha parte), das risadas (que hoje nós vemos que foi por coisas idiotas, mas que no passado tinham uma certa graça) e tudo mais. Tudo isso foi muito legal.
Falando particularmente de mim, eu era uma criança muito atentada (e como era). Em uma série ai que nem eu me lembro qual, eu tranquei duas coleguinhas de turma no banheiro, vê se pode? Isso não é coisa que se faça... não quando você é uma criança quieta e centrada, coisa que eu estava passando longe de ser. 
A dita cuja da menina até uma certa idade depois do acontecimento tomou remédios fortes e tal, porque ela ficou com traumas. Olha que feio O.O. E para completar ela só soube que foi eu que à tranquei depois de centenas de anos (exagerei um cadin). Mas que na hora foi engraçado, isso foi.
Mas enfim, viu como na infância agente pode fazer coisas sem pensar? E isso as vezes é muito legal, mas as vezes agente forma traumas nas pessoas /parei. HAHA'


Então, e vocês meus caros leitores, o que vocês já aprontaram na infância? (sei que ninguém vai responder mas não custa tentar HEHE').


OBS: Dedicando esse post à CecidasCandongas. =*

Apresentação...


Bem... Oi gente!

Não sei direito o que vou postar aqui. Sabe quando te dá na telha uma idéia, você supõe que é legal e escreve? Então, aqui vai funcionar mais ou menos assim.
Enfim, espero que gostem do que eu postar (se alguém ler né, o que eu acho meio difícil) e espero também que todos comentem. Porque comentar é o principio da vida –brinks.